Educação Ambiental

Que planeta queremos deixas para os nossos filhos

Publicado em 02/11/2016

Que planeta queremos deixar para os nossos filhos?

A poluição nos mares, rios e lagoas, causada pelo lixo assusta e causa indignação.  Até onde vai a ganância do homem que ignora o clamor do planeta terra que já não suporta mais tanto descaso e agressão com a mãe natureza?

Embalagens e produtos que chegam as nossas casas todos os dias e que depois são descartados na natureza são de responsabilidade de todos, desde a sua fabricação até o destino final.  Infelizmente ainda não enxergamos essas responsabilidades e por ignorância acabamos contribuindo aceleradamente com a contaminação dos mares, rios e lagoas.

Em pleno Século 21 é inaceitável encontrar praias tomadas por resíduos, plásticos de todos os tipos, etc. Essa cena apareceu em uma praia de Hong Kong.

 

 

 

A contaminação nos mares, rios e lagoas acontece em várias partes do mundo. A poluição na Baía de Guanabara, aqui no Rio de Janeiro também é absurda, apesar do Rio ter assumido compromisso com a despoluição da Baía para as Olimpíadas Rio 2016.  Mesmo com todo esforço montado com eco barcos e eco barreiras para conter o lixo (todo tipo de resíduos, sofá, geladeira, fogão, etc.) não foi suficiente devido ao grande movimento de lixo que chega a toda hora boiando, além de redes de esgoto, conforme mostrado no Fantástico em 24/07/16, reportagem de André Trigueiro.

 

               Lixo boiando na Baía de Guanabara

 

Para possibilitar o amanhã dos nossos filhos, netos, bisnetos, etc., é preciso uma grande mudança da humanidade onde cada ser humano possa agir de forma consciente e responsável formando uma grande corrente de novas atitudes e comprometimento com a sustentabilidade em defesa da mãe natureza.

 

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

 

O Planeta Terra por um fio

Publicado em 01/08/2016

.... Você acredita ??

São tantas as evidências de que o Planeta Terra não suporta mais as agressões provocadas pelas ações humanas (secas extremas, florestas em chamas, chuvas torrenciais, cidades alagadas, rios e mares poluídos, etc.).   

Já sabemos que as Mudanças Climáticas já estão acontecendo de forma assustadora e que esses fenômenos estão causando sérios danos à humanidade e as consequências futuras serão cada vez mais alarmantes, pois se o nível do mar subir de 0,8 a 2 metros  conforme um levantamento da ONG Co+Life, baseado no Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (http://viajeaqui.abril.com.br/materias/noticias-lugares-engolidos-pelo-mar) os danos serão irreparáveis e muitos lugares desaparecerão do mapa.

E nós, enquanto cidadãos (mais de sete bilhões no mundo inteiro) o que estamos fazendo para minimizar os impactos ambientais que causamos ao planeta por longas décadas?

O crescimento populacional, a falta de saneamento básico, o consumismo, a produção exagerada de resíduos (lixo) e o desperdício dos recursos naturais afetam diretamente  a sustentabilidade do nosso planeta. O Projeto AJO Ambiental tem discutido essas ações e durante 8 anos vem promovendo conscientização e Educação Ambiental, sensibilizando o cidadão a fazer a sua parte para possibilitar o amanhã das próximas gerações.

Para colaborar com aqueles que querem fazer o dever de casa, separando seus resíduos para uma destinação correta, incluindo o passo a passo da Coleta Seletiva conforme determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei 12.305/2010, e o uso dos recursos naturais de forma consciente e responsável, sempre com ênfase nos 3R’s (reduzir, reutilizar e reciclar), lancei em Set/2015 o livro Projeto AJO Ambiental 7anos sensibilizando e provocando mudança de hábitos em prol da sustentabilidade, através da Pod Editora (http://www.podeditora.com.br/livros/sustentabilidade).

O livro trás o passo a passo dos 7anos do Projeto AJO no Condomínio Joaquim Távora, desde a implantação do Projeto Piloto em agosto/2007, e comprova que com comprometimento e apoio de todos os moradores é possível minimizar os impactos ambientais produzidos pelo lixo (resíduos sólidos) e combater o desperdício dos recursos naturais (água e energia), trazendo benefícios e retorno financeiro para o condomínio. 

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental

 

É Possível Reduzir o Lixo Orgânico

Publicado em 24/07/2016

...Com Conscientização Ambiental !!

Quando confirmei o Lançamento do Livro Projeto AJO Ambiental 7anos sensibilizando e provocando mudança de hábitos em prol da sustentabilidade no Espaço Cultural Ceperj, assumi o compromisso de fazer um evento com a menor produção de resíduos (lixo) possível para mostrar na prática os conceitos do Livro.

Então decidimos servir sucos de frutas orgânicas em copos retornáveis (personalizados com a marca AJO que os amigos poderiam levar como brinde) e uma degustação de  guloseimas feitas com as cascas das frutas. A intenção era mostrar que é possível reduzir o lixo orgânico e minimizar os impactos ambientais.

Durante o evento todos os participantes ficaram surpresos com a nossa iniciativa e elogiaram a degustação das guloseimas. No final foram descartados no lixo apenas guardanapos usados e isso mostra que é possível reduzir o lixo que produzimos no nosso dia-a-dia, mas é preciso que cada um se comprometa a fazer a sua parte em prol da sustentabilidade do nosso Planeta.

A proposta do livro é uma amostra das nossas experiências que pode sensibilizar você a tomar atitudes conscientes nas suas atividades cotidianas, minimizando os impactos ambientais para possibilitar o futuro das próximas gerações. Essas mudanças podem ser colocadas em prática, seja na sua casa, no seu condomínio, na sua empresa, etc. O livro está disponível no  link http://www.podeditora.com.br/livros/sustentabilidade (colorido e preto/branco) e também pode ser adquirido o e-book através do link  http://www.podeditora.com.br/ebook

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

 

Água - Como cuidar melhor desse recurso finito

Publicado em 18/07/2015

Desde 2007 o Projeto AJO Ambiental vem promovendo  conscientização e Educação Ambiental com foco nos resíduos sólidos urbanos (nosso lixo) e no combate ao desperdício dos recursos (água e energia), em especial a água, recurso essencial a vida no Planeta Terra.

Já sabemos que a Educação Ambiental precisa estar inserida na Educação Nacional conforme determina o Art. 2º da Lei 9.795/99 - Política Nacional de Educação Ambiental, que define a Educação Ambiental como um componente essencial e permanente da Educação Nacional devendo estar presente de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal. Sabemos, também, que a escola é o alicerce para a construção de cidadãos conscientes e comprometidos com as questões ambientais e que serão os herdeiros do futuro.

 

Para mostrar na prática como é importante envolver as crianças e os jovens em projetos de conscientização e Educação Ambiental, entrevistamos o Professor Amarildo R. Ferrari, coordenador CENED http://www.cenedcursos.com.br, que idealizou o Programa Água: Conscientização e Cuidado - Ciclo de Palestras em Escolas Públicas do Rio Grande do Sul sobre o Uso Consciente da Água - http://www.kickante.com.br/campanhas/agua-conscientizacao-e-cuidado

 

AJO: O que motivou a idealização do Programa Água: Conscientização e Cuidado?

Prof. Amarildo: O principal motivador deste projeto foi a recente crise hídrica em nosso país e a consequente falta de conhecimento e educação por parte do público. Percebi, então, que é necessário educar e conscientizar as crianças e adolescentes o mais breve possível. Com isto em mente pensei neste ciclo de palestras em escolas públicas.

 

AJO: Sabemos o quanto é difícil conseguir recursos financeiros para promover Conscientização  e  Educação Ambiental no nosso país. O seu Projeto chama a atenção da sociedade para uma contribuição financeira e em troca dá recompensas. Como funciona?

Prof. Amarildo: Realmente, nem sempre conseguimos ajuda financeira quando elaboramos um projeto, nem do governo, nem de fundações. Por mais interessante que um projeto seja, muitas vezes, fica sem realização, engavetado, por falta de recursos financeiros. O meu projeto utiliza-se de um sistema recente propiciado pela internet que é o chamado “crowdfunding” ou financiamento coletivo. Neste sistema você expõe seu projeto, faz divulgação nos meios virtuais, como redes sociais, e-mail e outros, com a finalidade de receber contribuições para a realização do projeto. As recompensas são uma forma de agradecer a quem contribui e também uma forma de motivar para contribuir.

 

AJO: Como o Programa Água: Conscientização e Cuidado será oferecido às Escolas Públicas do Rio Grande do Sul?

Prof. Amarildo: O projeto é a realização de palestras de Conscientização sobre o uso da Água, no dia a dia, não somente nas escolas, mas também em casa e em outros lugares. A meta é a realização de 20 palestras, se o valor necessário para o projeto for alcançado. Serão escolhidas as escolas, programadas as datas e a sua consequente realização. As palestras realizadas serão publicadas em redes sociais e blog, com fotos, para que os contribuintes acompanhem a execução do projeto.

 

AJO: O Programa de Palestras pretende atingir aproximadamente de 3.000 a 4.000 alunos. Sabemos que as escolas ainda tem dificuldades de promover  conscientização e Educação Ambiental dentro do Currículo Escolar. Como o Senhor pretende abordar essas questões para os alunos?

Prof. Amarildo: Para que o aluno goste da palestra e tenha novos pensamentos, de mais cuidado e proteção à agua, utilizarei de vários recursos audiovisuais e, dentro do possível, interativos. Com isto pretendo motivar a mudança de comportamento no dia a dia de cada aluno, bem como incentivar a escola a tratar o tema água mais constantemente, de forma interdisciplinar. Darei ênfase, especialmente, ao crescente uso da água e sua consequente diminuição, mostrando que cada pequena ação diária que fazemos em favor da água pode trazer grandes mudanças.

 

AJO Além das palestras, o Programa Água: Conscientização e Cuidado pretende promover eventos com práticas envolvendo os alunos?

Prof. Amarildo: Inicialmente estão programadas somente as palestras, porém, estas serão um medidor para verificar projetos de continuidade nas escolas, como por exemplo, uso eficiente da energia, reaproveitamento de resíduos, horta escolar, etc.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

 

O CONSUMO EXAGERADO E A ESCASSEZ DOS RECURSOS NATURAIS

Publicado em 09/02/2015

 “A terra é capaz de absorver as necessidades dos homens, mas não a ganância. Sejamos nós a mudança que nos queremos para o mundo” - Mahatma Gandhi

A frase acima nos remete a uma reflexão das nossas atitudes como cidadão, como empresário, como sociedade, como poder público, etc. A ganância do homem sem limite e o consumo exagerado comprometem a escassez dos recursos naturais, a vida da humanidade e a sustentabilidade do Planeta Terra.

Em agosto/2007 quando concretizei a ideia do Projeto AJO Conscientização e Educação Ambiental, com foco na separação e destinação correta dos resíduos sólidos (nosso lixo) e no combate ao desperdício dos recursos naturais (água e energia), tinha acabado de cursar Pós Graduação Lato Sensu em Gestão e Controle Ambiental pela UGF/RJ e logo depois tive o prazer de ler o Livro “Mundo Sustentável” – Ed. 2005 do André Trigueiro, Jornalista, Pós Graduado em Gestão Ambiental pela UFRJ, que fez a cobertura da Rio92. O Livro já despertava para a preocupação dos impactos ambientais que comprometiam os recursos naturais, principalmente a poluição dos rios e a escassez de água potável no mundo.

Dez anos se passaram e observamos que não houve ações planejadas para combater e/ou minimizar os problemas com a escassez de água potável. A falta de comprometimento do poder público e o exagerado consumo desses recursos (água e energia) para atender uma sociedade cada vez mais crescente, exigente e sem controle, em combinação com a falta de chuvas, principalmente na Região Sudeste e Centro Oeste (sem falar no Nordeste que já sofre essas consequências há muitos anos) vem causando a estagnação precoce desse recurso (água potável) essencial à vida.

Para minimizar os impactos causados pela escassez de água e energia é preciso fazer o dever de casa, combatendo os desperdícios e usando esses recursos com responsabilidade. É preciso uma grande mobilização da sociedade, das indústrias, do agronegócio, das instituições de ensino, dos sindicatos, das associações, etc. e um comprometimento maior do poder público. Se cada um fizer a sua parte começando dentro de casa certamente podemos usufruir um pouco mais desse recurso (água potável), que já temos certeza de que sem ele a vida na Terra fica comprometida.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

Escassez de Água Potável

Publicado em 24/11/2014

O que fazer?

Com as notícias constantes sobre as preocupações com a falta de chuvas e a escassez de água potável para abastecer as cidades mais afetadas do nosso país é preciso redobrar as atenções para combater o desperdício desse recurso finito e já tão escasso no mundo.

Apesar da crise ainda é comum o descaso de vazamentos de água potável nas ruas e calçadas das cidades brasileiras, mas cabe a cada cidadão cobrar das companhias responsáveis pela gestão de abastecimento de água nas suas cidades mais comprometimento e ação rápida para sanar esses problemas.

Uma grande parcela da população ainda ignora as notícias preocupantes com a falta de água, poluem os rios e lagoas descartando todos os tipos de resíduos, e continuam desperdiçando água potável lavando carros e varrendo calçadas com mangueiras e essas cenas ainda são comuns nas cidades.  Infelizmente a falta de conscientização e de Educação Ambiental refletem essas atitudes humanas que comprometem ainda mais a sustentabilidade dos recursos hídricos.

Vamos praticar nas nossas atividades cotidianas mais atitudes e ações sustentáveis para possibilitar o futuro das próximas gerações, colocando em

prática as dicas abaixo e combatendo o desperdício quando estivermos consumindo esse recurso dentro da nossa casa, dentro do nosso condomínio, dentro da nossa empresa, etc.

 

 

*  Uma torneira aberta gasta, em média, de 12 a 20 litros de água por minuto. Manter a torneira fechada quando não estiver usando evita o desperdício.

*  Um banho ecologicamente correto não deve ultrapassar 5 minutos com o chuveiro aberto.

*  Durante a escovação dos dentes mantenha a torneira fechada.

*  O vaso sanitário é responsável por 70% do consumo de água em um condomínio (descargas antigas).  Só use a descarga para suas necessidades básicas.

*  Antes de lavar a louça, aproveite os guardanapos descartáveis (usados) e retire os resíduos dos pratos, travessas e panelas.  Assim você economiza água e evita que esses resíduos comprometam suas tubulações (esgoto).

*  Use a máquina de lavar roupas sempre com a capacidade máxima para evitar desperdício de água e energia.

*  Usar a mangueira para lavar calçadas é um ato totalmente antiecológico.

*  Procure molhar o jardim sempre na primeira hora do dia ou no final do dia. No verão molhe duas vezes, 15 minutos são suficientes.

*  Separe o óleo usado (fritura) em garrafas pet e faça doação para cooperativas e/ou projetos. 1 litro de óleo polui 1 milhão de litros de água.  

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

Projeto Ajo Celebrando 7 Anos

Publicado em 23/09/2014

 

 

 

 

 

É com muita satisfação  que  estamos  disponibilizando  os  resultados dos 7 anos do Projeto AJO no Condomínio Joaquim Távora (12unidade),  comprovando que é possível minimizar os impactos ambientais produzidos pelo lixo (resíduos sólidos), trazendo benefícios e retorno financeiro para o Condomínio.

Os resultados referem-se ao período:  Agosto/2007 a Agosto/2014

- 6.823,6 Kg de resíduos recicláveis foram separados e comercializados;

- R$ 1.769,04  retorno financeiro para o Condomínio;

- 235 litros de óleo (fritura) separados para destinação correta em uma   cooperativa, deixando de poluir 235 milhões de litros de água;

- Pilhas, baterias e lâmpadas são encaminhadas para destinação correta em outro projeto;

- Eletrodomésticos, eletrônicos, computadores, periféricos (inservíveis), etc. são doados para cooperativa de reciclagem de lixo eletrônico;

- Material escolar, livros, roupas, calçados, bolsas, embalagens reutilizáveis e reaproveitáveis etc., são doados para projetos de inclusão social;

- Economia em 1.008 sacos de lixo (240L);

- Equilíbrio nas contas de água e luz com a conscientização do desperdício.

É possível mudar os nossos hábitos e ter retorno de várias formas ao implantar um projeto de Conscientização e Educação Ambiental com foco no tratamento da produção de resíduos sólidos (lixo) e no combate ao desperdício dos recursos naturais (água e energia) com ênfase nos 3R’s (reduzir, reutilizar e reciclar). Mas para que o projeto seja bem sucedido é preciso que toda a comunidade esteja engajada nas ações.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Durante toda essa caminhada do Projeto AJO no Condomínio Joaquim Távora, o monitoramento do projeto é constante e necessário. Toda vez que chega uma nova família no Condomínio é preciso trabalhar a Conscientização e a Educação Ambiental,  passo a passo com essa família para que ela entenda como o projeto funciona e  a necessidade de mudança de hábitos. O comprometimento de cada membro da família é fundamente para a manutenção e continuidade do projeto.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

 

Água Nossa de Cada Dia

Publicado em 17/07/2014

Já sabemos que a água é um recurso finito e que dependemos totalmente desse recurso para a nossa sobrevivência. Mas estamos vivendo no limite de sustentação dos recursos naturais e mesmo assim continuamos a poluir os nossos rios e devastar as nossas florestas que ajudam a manter os mananciais.

O Brasil corre o risco de chegar a 2015 com problemas de abastecimento de água em mais da metade de seus  municípios. O diagnóstico está no Atlas Brasil – Abastecimento Urbano de Água, lançado pela Agência Nacional de Águas (ANA). O levantamento mapeou as tendências de demanda e oferta de água nos 5.565 municípios brasileiros e estimou em R$ 22 bilhões o total de investimentos necessários para evitar a escassez.

Considerando a disponibilidade hídrica e as condições de infraestrutura dos sistemas de produção e distribuição, os dados revelam que em 2015, 55% dos municípios brasileiros poderão ter déficit no abastecimento de água, entre eles grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre e o Distrito Federal.

Saiba mais: http://www.progresso.com.br/caderno-a/brasil-mundo/brasil-pode-enfrentar-falta-de-agua

São Paulo está vivendo a maior crise de água potável que se agrava cada vez mais e a necessidade de racionamento é extrema e mesmo assim a população ainda desperdiça esse recurso tão valioso e necessário à sobrevivência humana.

 Segundo previsões otimistas da Sabesp mantendo o ritmo atual de abastecimento, o que resta nos reservatórios deve suportar até agosto. Com otimismo, porque os reservatórios, neste momento, se assemelham mais a um conjunto de canais do que a represas.

Saiba mais: http://www.portaldomeioambiente.org.br/blogs/envolverde/8918-crise-de-agua-em-sp-quanto-mais-grave-mais-ocultada

Por que será que ignoramos os fatos e fechamos os nossos olhos para os problemas ambientais?

Podemos mudar esse cenário, mas é preciso comprometimento de cada cidadão, fazendo a sua parte e cobrando dos nossos governantes mais empenho e investimentos para minimizar os impactos ambientais e possibilitar o uso dos nossos recursos naturais de forma consciente e sustentável.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

 

 

05 de junho Dia Mundial do Meio Ambiente

Publicado em 05/06/2014

O Dia Mundial do Meio Ambiente começou a ser comemorado em Estocolmo, no dia 05 de junho de 1972 com a primeira Conferência das Nações Unidas sobre o ambiente humano. O objetivo era promover atividades de proteção e preservação do meio ambiente e alertar ao mundo sobre os perigos de negligenciar os cuidados  do meio ambiente.

Vamos aproveitar o dia do Meio Ambiente para refletir e tornar as nossas ações mais sustentáveis. A Educação Ambiental possui um grande papel nesse processo de mudança de comportamento e atitudes diante do meio ambiente, de forma a possibilitar a melhoria da qualidade de vida, mas é preciso estar inserida na Educação Nacional de forma transversal e interdisciplinar, conforme determina o Art.2º da Lei 9.795/99, que define a Educação Ambiental como um componente essencial e permanente da Educação Nacional devendo estar presente de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.

Já sabemos que a Educação Ambiental precisa está inserida na Educação Nacional e que a escola é o alicerce para a construção de cidadãos conscientes e comprometidos com as questões ambientais e que eles serão os herdeiros do futuro. Para mostrar na pratica como é importante envolver as crianças e os jovens nos projetos de Educação Ambiental trouxemos um ótimo exemplo que foi uma experiência do  Projeto Semeando o Bioma Cerrado, com 200 alunos do ensino básico e médio do Centro de Ensino Fundamental 03 de Taguatinga Norte e do Centro de Ensino Fundamental 02 Vicente Pires - Vila São Jose/Distrito Federal, vizinhos da Floresta Nacional de Brasília, que participaram de uma oficina de educação ambiental, em dois dias, para comemoração aos 15 anos da Reserva.

Segundo os Professores é possível associar aspectos dos conceitos e condutas de preservação ambiental às aulas.  Já os alunos entenderam que mesmo individualmente têm como atuar em favor da manutenção do Cerrado e suas riquezas originais.  O analista ambiental Leo Teixeira Gondim, que atua na Flona, destacou que a maior ameaça a Floresta são os desejos egoístas das pessoas, porque desencadeiam a degradação do ambiente.  Ele lembrou que dentro da área da Floresta nascem dois rios: Ribeirão da Pedra e  o Córrego dos Currais, os quais são importantes para encher a barragem do Rio Descoberto, que abastece quase dois milhões de pessoas no Distrito Federal. E na margem da área 4 da Flona, nasce o rio Capão da Onça, a única fonte de abastecimento de água da população de Brazlândia.

Já o professor de artes, Stheffano Silva Oliveira, que acompanhou as oficinas, comentou que depois destas experiências, alguns alunos ficaram estimulados em planejar uma profissão relacionada à preservação ambiental. E informou que vai retomar ao assunto, por meio de abordagens sobre a composição das cores. Ele exemplifica que ao comentar sobre o que é um corante, aproveita para esclarecer que se  origina de plantas, portanto é orgânico e biodegradável. Já Os pigmentos, oriundos dos minérios, têm durabilidade maior, mas não são biodegradáveis.

Alguns alunos também se manifestaram: O Paulo Henrique, 16 anos, declarou que passou uma manhã excelente e que está avaliando sua postura frente ao lixo, depois do que viu e enfatizou que não dá para jogar lixo em qualquer lugar. Já Thamaya, 15 anos, também do CED 4, ficou sensibilizada na oficina de cerâmica e comentou "às vezes, a gente pensa que não pode fazer nada e pode", mostrando o passarinho que  modelou na argila. E salientou que aquela atividade mostrou que sozinha também pode fazer alguma coisa e que a preservação de cada ser vivo deve ser respeitada, porque cada um tem seu papel na natureza.

Conhecer para cuidar é o objetivo do  projeto que e prevê para os próximos dois anos a catalogação de 3.600 árvores matrizes; a demarcação de 60 áreas de cerca de 10 hectares cada, como área preservada; a restauração de cinco hectares de áreas já degradadas, capacitar tecnicamente 390 pessoas para produzir sementes e mudas florestais nativas em condições ambientalmente corretas, economicamente sustentáveis e sensibilizar e conscientizar diretamente 886 pessoas em ações de Educação Ambiental e mais de 2.500 atendidas indiretamente. Este é o resultado que a Rede de Sementes do Cerrado, através do projeto Semeando o Bioma do Cerrado, http://semeandobiomacerrado.org.br, deve e quer apresentar, segundo o coordenador Rozalvo Andrigueto.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

 

Dicas Ecológicas

Publicado em 08/05/2014

Você sabia que cerca de 20% da população do mundo (mais de 7 bilhões) não tem acesso a água potável?

Segundo o relatório conjunto da OMS/UNICEF publicado  em maio/2013, um terço da população do mundo (2,4 bilhões de pessoas) ficarão sem acesso ao saneamento melhorado em 2015. http://www.unicef.org/mozambique/pt/media_12613.html

O que devemos fazer no nosso dia a dia para usar esse recurso com responsabilidade?

O Projeto AJO fomenta a necessidade de combater o desperdício dos recursos naturais (água e energia).  A água é um recurso essencial a vida, dependemos totalmente desse recurso para a nossa sobrevivência.

Podemos contribuir sendo mais conscientes quando estivermos consumindo esses recursos (água e energia) dentro da nossa casa, dentro do nosso condomínio, dentro da nossa empresa, etc.

Ø  Uma torneira aberta gasta, em média, de 12 a 20 litros de água por minuto. Manter a torneira fechada quando não estiver usando evita desperdício.

Ø  Um banho ecologicamente correto não deve ultrapassar 5 minutos com o chuveiro aberto. Durante a escovação dos dentes mantenha a torneira sempre fechada.

Ø  O vaso sanitário é responsável por 70% do consumo de água (descargas antigas) em um condomínio.  Só use a descarga para suas necessidades básicas.

Ø  Antes de lavar a louça, aproveite os guardanapos descartáveis (usados) e retire os resíduos dos pratos, travessas e panelas.  Assim você economiza água e evita que esse resíduos comprometam suas tubulações (esgoto).

Ø  Use a máquina de lavar roupas sempre com a capacidade máxima para evitar desperdício de água e energia.

Ø  Procure molhar o jardim sempre na primeira hora do dia ou no final do dia. No verão molhe duas vezes, 15 minutos são suficientes. Não use a mangueira para lavar calçadas.

Ø  Apague as luzes quando não estiver usando e desligue os aparelhos elétricos (stand by).  Abra as cortinas durante o dia para receber a luz natural (energia limpa e renovável).

Ø  Não jogue comida no lixo, aproveite as sobras e reinvente novos pratos ou doe para quem tem fome. Até o alimento chegar a nossa mesa são gostos milhões de litros de água potável e quando a comida é descartado no lixo compromete a vida útil do Aterro sanitário.

Ø  Separe os resíduos recicláveis (papel, plástico, vidro,  metal, etc.) e o óleo usado (fritura) em garrafas pet e faça doação para cooperativas e/ou projetos.  Esses resíduos descartados de forma inadequada poluem rios e lagoas e mais produtos químicos serão usados para deixar a água potável, própria para o consumo humano.

Se cada um fizer a sua parte, sendo consciente na hora de comprar, de usar e de descartar, é possível minimizar os impactos ambientais e possibilitar o futuro das próximas gerações.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental - www.ajoambiental.com

 

Um ano de parceria e amizade

Publicado em 10/04/2014

Projeto AJO Ambiental e o Educadores Online - 1 Ano de Parceria

É com muita alegria que disponibilizo um pouco do meu tempo para trazer a este espaço a minha contribuição como Gestora Ambiental, graças à parceria entre o Projeto AJO Ambiental e o Educadores Online. A nossa parceria completa 1 ano e durante esse tempo várias matérias foram postadas sempre com foco na Conscientização e na Educação Ambiental, em prol da sustentabilidade do nosso planeta.

Nosso propósito é sensibilizar, conscientizar e provocar mudança de hábitos usando os 3R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) para fomentar a Conscientização e a Educação Ambiental, através de procedimentos simples que minimizam os impactos ambientais (produção de lixo, resíduos, e desperdício dos recursos naturais, água e energia) e possibilitam o futuro das próximas gerações.

Sempre Reduzir, Reutilizar tudo o que for possível e Reciclar tudo aquilo que não puder reutilizar ou reaproveitar. Quando eu estou reduzindo eu não estou desperdiçando (consumo responsável), quando eu estou reutilizando ou reaproveitando deixo de provocar impactos ambientais, pois estou dando um novo destino para aquele material. Quando eu mando para a reciclagem estou transformando aquele material em matéria prima, poupando recursos naturais, mas de alguma forma provoco impactos ambientais.

É muito gratificante saber que muitos amigos já mudaram suas atitudes cotidianas por causa do nosso trabalho, se tornaram multiplicadores do Projeto AJO Ambiental, praticam o consumo consciente e responsável no uso dos recursos naturais (água e energia)  e estão sempre buscando novas alternativas na hora de produzir e descartar seus resíduos "lixo".

Deixo aqui meu abraço a todos os amigos do Educadores Online e me coloco  à disposição para maiores informações através do site www.ajoambiental.com e das redes sociais.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental

 

Para refletir:

A terra é capaz de absorver as necessidades dos homens, mas não a ganância. Sejamos nós a mudança que nos queremos para o mundo - Mahatma Gandhi.

 

O lixo nosso de cada dia

Publicado em 10/03/2014

O carioca acaba de passar por uma experiência avassaladora com a greve dos garis na Cidade do Rio de Janeiro. O lixo acumulado por todos os bairros também deixou a imagem da Cidade abalada para os turistas, que vieram de várias partes do mundo, para assistir o Carnaval Carioca. http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/03/pontos-turisticos-do-rio-tem-lixo-acumulado-com-greve-de-garis.html

 

Diante desse cenário que comprometeu o bem estar da Cidade, cabe uma reflexão em duas vertentes: em primeiro lugar a insatisfação dos garis que muitas vezes são ignorados, trabalhando debaixo de chuva ou de sol escaldante, de mais de 40Cº, para coletar o lixo que produzimos e deixar as ruas limpas. Em segundo lugar, a falta de conscientização das pessoas, o consumismo exagerado e a produção exorbitante de resíduos "lixo".  

 

Não sabemos o que motivou os garis a entrarem em greve em pleno Carnaval, mas o que constatamos é que a greve comprometeu todo um planejamento da Companhia de Limpeza Urbana "COMLURB" para a manutenção da Cidade durante o Carnaval.

 

A falta de conscientização dos cidadãos na hora de produzir e descartar o lixo ainda é assustadora. A responsabilidade na produção de lixo, segundo a Política Nacional dos Resíduos Sólidos - PNRS, Lei 12.305/2010, é compartilhada, envolvendo sociedade, empresas, prefeituras e governos estadual e federal, ou seja, todos têm responsabilidade sobre o lixo que produzem e a Lei passa a valer a partir de Agosto/2014.

 

Já falamos em outras matérias que é possível reduzir o  lixo utilizando os 3R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), mas é necessário um comprometimento maior dos nossos governantes nas três esferas (municipal, estadual e federal), e de toda a sociedade civil para fazer valer o que determina a PNRS.


Vamos nos empenhar para mudar os nossos hábitos como cidadãos, buscar alternativas para destinar de forma correta o lixo nosso de cada dia. O nosso planeta pede socorro e os recursos naturais (água, florestas, minerais, etc) estão cada vez mais escassos, e as nossas atitudes enquanto cidadãos podem fazer muita diferença e possibilitar o futuro das próximas gerações. Acesse o site do Projeto AJO Ambiental e saiba mais www.ajoambiental.com.

 

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental

Ações Sustentáveis e o Poder da Multiplicação

Publicado em 27/02/2014

Ações sustentáveis, são aquelas atitudes conscientes que praticamos no nosso dia a dia sem comprometer a sustentabilidade do nosso planeta. Quando essas mudanças acontecem dentro da nossa casa, do nosso condomínio, na nossa rua, no nosso bairro, na empresa onde trabalhamos, etc., essas ações se tornam multiplicadoras e em cada ambiente por onde passamos vamos plantando novas sementes que vão possibilitar uma grande multiplicação.

Mas o que podemos fazer para que essa ações sustentáveis aconteçam e se multipliquem cada vez mais no meio ambiente onde vivemos?  O primeiro passo é o comprometimento de cada um nas suas ações cotidianas e o segundo passo é o envolvimento para que essas ações se multipliquem.

A Educação Ambiental quer provocar a mudança de comportamento e atitudes diante do meio ambiente, de forma a possibilitar a melhoria da qualidade de vida. Estimular o uso dos recursos naturais de forma sustentável e combater o desperdício é fundamental para minimizar (diminuir) a escassez desses recursos.

Mesmo que você não tenha estudado os conceitos da Educação Ambiental, mas tenha a preocupação de que o futuro das próximas gerações depende das nossas ações, você pode contribuir começando dentro de sua casa. Quando você passa a observar que algumas mudanças nas suas atitudes começam a fazer uma grande diferença, de forma, a possibilitar uma melhor qualidade de vida, isso passa a ser um sinalizador nas suas decisões.

Cabe a cada um de nós a responsabilidade de passar aos nossos filhos e netos, que são os herdeiros do futuro, bons exemplos a serem seguidos. O consumo consciente e o uso dos recursos naturais de forma sustentável, utilizando os 3R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) e combatendo sempre o desperdício, é fundamental para minimizar os impactos ambientais.

Se você é consciente na hora de comprar e não desperdiça os recursos naturais (água e energia) nem os alimentos, evitando jogar comida no lixo e separando os resíduos recicláveis para uma destinação correta, você já está praticando ações sustentáveis e contribuindo para a sustentabilidade do nosso planeta.

 

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental

O papel do Cidadão

Publicado em 29/01/2014

No dicionário Aurélio, a primeira definição de cidadão é: Indivíduo no gozo dos seus direitos civis e políticos de um Estado, ou no desempenho de seus deveres para com este e na segunda definição: Habitante da cidade.

Por que é tão difícil exercer o papel de cidadão?  Será que a escola e os nossos pais não souberam expressar o papel de cidadania de forma clara e precisa para cada um de nós?

Podemos dizer que a educação através do comprometimento da escola e da família é a base fundamental para a formação do cidadão. Se o indivíduo cresce com esses conceitos certamente amanhã ele será um cidadão comprometido com a sua comunidade, com o seu bairro, com a sua cidade e com o seu país.

Há tantos questionamentos sobre a postura do cidadão, habitante da cidade, que muitas vezes ignora seus deveres e só enxergam seus direitos. O progresso de uma nação depende da evolução e do comprometimento de seu povo. O Japão é um grande exemplo de nação comprometida, onde o cidadão sabe desde a infância definir seus direitos e deveres.

Observamos o quanto é difícil fazer o cidadão compreender que suas atitudes fazem muita diferença quando são executadas no exercício da cidadania. No Rio de Janeiro, tivemos um grande exemplo que foi a Jornada Mundial da Juventude em Julho/2013, onde jovens do mundo inteiro estiveram reunidos em grandes eventos contagiados pela fé e também deram exemplos de cidadãos conscientes na hora de descartar seus resíduos na praia de Copacabana, demonstrando preocupação com a sustentabilidade do nosso planeta.

Já nos grandes eventos da Cidade Maravilhosa (Réveillon, Carnaval e feriados prolongados) a falta de cidadania é assustadora e isso demonstra que os organizadores e os participantes desses eventos não estão comprometidos com o bem estar da cidade, onde dezenas de toneladas de lixo ficam espalhadas nas ruas e nas praias causando grandes transtornos para quem mora ou transita nesses locais e para a própria Companhia de Limpeza Urbana.

Como já sabemos que Gentileza gera Gentileza, vamos acreditar e fazer a nossa parte multiplicando boas ações e sensibilizando o cidadão para que suas atitudes sejam mais conscientes e comprometidas.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental

Como tornar sua escola sustentável

Publicado em 18/11/2013

Quando falamos em escola sustentável é preciso lembrar-se da necessidade de uma nova postura nas nossas atitudes "mudança de hábitos". Para que essa mudança de hábitos aconteça dentro da escola é preciso que toda a comunidade escolar esteja comprometida com ações que tenham foco na sustentabilidade. 

O primeiro passo é criar uma equipe interna (pessoas que estejam mais comprometidas com essas mudanças e que tenham tempo disponível) e depois levantar dados necessários para implantar medidas que eliminem desperdícios de materiais, de recursos naturais (água e energia) e promovam a separação dos resíduos, lixo, para uma destinação correta.

O ideal é trabalhar com ênfase nos 3R's: reduzir o consumo e a produção de resíduos "consumo consciente e responsável", reutilizar sempre que possível os materiais  e reciclar o que não pode ser reduzido nem reutilizado. Desenvolver formas de reaproveitamento e promover a conscientização e a Educação Ambiental proporcionam uma série de benefícios econômicos. A escola pode começar com procedimentos simples como a eliminação de desperdícios de água e de energia e a implantação da Coleta Seletiva. São ações importantes, fáceis de implantar e com certeza trarão bons resultados para a instituição. O comprometimento de todos minimiza os impactos ambientais e melhora a qualidade de vida.

Consumo consciente de água e de energia

Combater vazamentos em torneiras e descargas (as descargas antigas são responsáveis por 70% do consumo de água). Conscientizar a todos (funcionários, professores, alunos, etc.) sobre desperdícios de água e de energia (maior consumo: descargas, vazamentos, torneira mal fechada, ar condicionado, ventiladores e lâmpadas ligados em ambientes sem uso, etc.).  Molhar os jardins na primeira hora da manhã ou no final da tarde evita desperdício de água (tempo ideal de 15 minutos) e não varrer a calçada com mangueiras (ação antiecológica). É importante aproveitar a água na limpeza dos reservatórios, cisternas e caixa d'água para lavar áreas internas e molhar os jardins.

Outra prática importante é verificar e anotar diariamente o consumo de água e de energia elétrica para identificar previamente vazamentos e/ou anomalias e periodicamente realizar vistorias em busca de possíveis vazamentos.

As torneiras temporizadas e as descargas por mecanismos de duplo fluxo trazem grande economia de água, mas o custo ainda é muito alto, apesar disso, vale a pena investir nessas alternativas que com o tempo compensarão o custo/benefício.

Para  reduzir o consumo de energia elétrica é importante apagar as luzes e os aparelhos elétricos nos ambientes, quando não  estiverem em uso, identificar os locais super iluminados, reduzir a potência e a quantidade de lâmpadas e usar lâmpadas mais econômicas (fluorescentes/frias ou led). Instalar sensores de presença em áreas de pouco uso, como corredores, e fotocélulas nas áreas externas e jardins trazem uma grande economia de energia para a escola. 

Implantação da Coleta Seletiva

É importante levantar os dados necessários para a implantação do projeto e definição para a Coleta Seletiva, mas antes de montar o projeto é preciso responder algumas perguntas: Quem vai coordenar o projeto, equipe de apoio (funcionários, professores, alunos), quais os resíduos vão ser separados (resíduos orgânicos da cantina podem virar adubo para os jardins através da compostagem e o óleo de fritura separado para uma destinação correta através de uma cooperativa), se os resíduos recicláveis vão ser comercializados ou doados (muito importante), qual o período de armazenagem, quem vai coletar os resíduos, etc.

A separação pode ser feita sem muita estrutura se a escola vai separar para a coleta seletiva que já passa em sua rua. A partir de agosto/2014 as prefeituras serão obrigadas a disponibilizar a coleta seletiva e todos serão obrigados a fazer a separação dos resíduos recicláveis conforme determina a Política Nacional dos Resíduos Sólidos - PNRS, Lei 12.305. Saiba mais no site da AJO Ambiental http://www.ajoambiental.com

Observamos que é possível tornar a escola sustentável, mas é preciso comprometimento de todos para que essas ações aconteçam de forma sustentáveis.

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora do Projeto AJO Ambiental

Sustentabilidade

Publicado em 04/10/2013

No Dicionário Aurélio “sustentável” (adj.) que se pode sustentar, capaz de se manter mais ou menos constante, ou estável, por longo período.

O conceito de sustentabilidade foi criado no começo da década de 80 (por Lester Brown, fundador do Instituto Worldwatch) que definiu “sociedade sustentável” como aquela que é capaz de satisfazer suas necessidades sem comprometer as chances de sobrevivência das gerações futuras.

Podemos dizer que a sustentabilidade está relacionada aos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais e que o equilíbrio de tudo isso depende das ações humanas.

O Planeta Terra está vivendo no seu limite de sustentação de seus recursos naturais que deles dependem a nossa sobrevivência. Grandes movimentos e ações mundiais vêm acontecendo a favor da sustentabilidade, mas ainda falta muito a ser feito para minimizar a devastação do nosso Planeta (desmatamentos, queimadas, aumento de dióxido de carbono CO2 e gás metano CH4 na atmosfera que aumenta os gases do Efeito Estufa e provoca Aquecimento Global,  escassez dos recursos naturais, desastres naturais, crescimento desordenado das grandes metrópoles, etc.).  É preciso um maior comprometimento do ser humano em suas ações e atitudes para possibilitar a sobrevivência das futuras gerações. 

A Educação Ambiental possui um grande papel nesse processo de mudança de comportamento e atitudes diante do meio ambiente, de forma a possibilitar a melhoria da qualidade de vida, mas é preciso estar inserida na Educação Nacional de forma transversal e interdisciplinar, conforme determina o Art.2º da Lei 9.795/99, que define a Educação Ambiental como um componente essencial e permanente da Educação Nacional devendo estar presente de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não formal.

Quando falamos em qualidade de vida, devemos estabelecer critérios ambientalmente corretos, ou seja, devemos procurar sempre agir de forma consciente. O consumismo desenfreado provoca escassez dos recursos naturais e induz ao modismo e aumenta o descarte de resíduos sólidos, contribuindo para a degradação do solo, poluição do ar e dos recursos hídricos (contaminando a água dos rios, mananciais, lençóis freáticos, lagoas, etc.).

Podemos minimizar os impactos ambientais fazendo a nossa parte, sendo consciente como cidadão, contribuindo com ações sustentáveis, dizendo não ao consumismo e ao desperdício de alimentos e usando os recursos naturais "água e energia" com responsabilidade e inteligência.

Olhar o mundo de forma global e agir localmente minimiza os impactos ambientais e contribui para a sustentabilidade do nosso Planeta. Um bom exemplo de ação sustentável é a permacultura que visa uma ética de cuidado com a terra e com as pessoas, propondo o planejamento de habitações sustentáveis, desde casas, sítios, fazendas, vilas e até mesmo cidades para aproveitar tudo o que a natureza oferece. O Termo permacultura foi criado pelo pesquisador australiano Bill Mollisom que definiu ética em três áreas: cuidado com a Terra; cuidado com as pessoas; cuidado com a distribuição do excesso de dinheiro, tempo e recursos para atingir esses fins. Saiba mais permacultura-urbana

Maria Odete A Pinho

Gestora do Projeto AJO Ambiental

Almanaque Ecológico do Lucas

Publicado em 09/09/2013

 O “Almanaque Ecológico do Lucas” visa promover uma reflexão sobre a preservação do meio ambiente junto às crianças. O livro chama a atenção da sustentabilidade de nosso planeta de uma maneira divertida e interessante.

Apresentado pelo personagem Lucas, o duende ecológico, o almanaque apresenta textos com uma linguagem simples e didática, ilustrações e passatempos que incentivam práticas que conscientizam sobre a importância da preservação ambiental. O Almanaque Ecológico do Lucas é destinado para professores, alunos e escolas de todo o Brasil.

Com o objetivo de dar suporte aos professores que buscam conteúdo e atividades de apoio à educação ambiental, a iniciativa da criação do almanaque foi desenvolvida pelo cartunista Léo Valença que em 2010, organizou um livro de coletânea intitulado “Aquecimento Global em cartuns” que reuniu cartunistas de vários cantos do país na publicação.

A poluição dos rios e mares, a destruição das florestas ou o desmatamento em geral, o problema do lixo nas grandes cidades, e bairros, o avanço tecnológico versus preservação da natureza, entre outros problemas ambientais são colocados ao leitor, de maneira a conscientizá-lo da necessidade de ver o que se passa ao seu redor e de agir de maneira a não contribuir para o aprofundamento dos problemas ali denunciados (ou a tentar minimizá-los).

O “Almanaque Ecológico do Lucas” visa contribuir ainda mais com a disseminação de valores fundamentais para construção de um mundo mais sustentável entre o público infantil de forma lúdica e descontraída.

O livro pode ser comprado pelo site da editora PoD – Print On Demand ou seja, você encomenda seu livro e só depois disso ele é impresso. Com isso, nada de estoques parados nem de desperdício de papel. Dessa forma, a impressão sob demanda usa os recursos naturais de forma racional e inteligente, contribuindo para garantir a médio e longo prazo um planeta melhor.

Acesse o link abaixo:

 http://www.podeditora.com.br/livros/infantis/

Matéria publicada no Blog do Planeta da Revista Época sobre o "Almanaque Ecológico do Lucas".

Sobre o autor: Léo Valença é cartunista e ilustrador. Nasceu em 12 de agosto de 1974 no Rio de Janeiro. Dedica-se desde 2002 a produção de cartuns para sites de humor na internet. Em 2004, teve o seu primeiro cartum publicado em um livro juntamente com outros autores pela Prefeitura Municipal de Porto Alegre, intitulado Histórias do Trabalho. Em 2006, participou da mostra Arte pela Paz promovido pelo Estúdio de Arte HQ, no qual recebeu o 1º lugar na votação on line. Participou também do concurso em homenagem ao desenhista Hermes Tadeu em 2007 e 2008, no qual recebeu o 1º lugar através da votação dos internautas. Em 2008, colaborou no Livro dos Políticos – A hilariante política no Brasil de Heródoto Barbeiro e Bruna Cantele da Editora Ediouro. Em 2009 recebeu Menção Honrosa na categoria charge no II Festival Internacional de Menções Honrosas para Cartunistas no Rio de Janeiro. Em 2010, organizou o livro Aquecimento Global em Cartuns publicado pela editora PoD (Print On Demand). Em junho de 2012 foi curador da Mostra de Cartuns do Green Nation Fest.  Neste evento recebeu ainda o Prêmio de Melhor Cartum pelo Júri Popular.

 

 

 

 

Desperdício: o que podemos fazer para evitá-lo

Publicado em 29/08/2013

O consumo exagerado gera desperdício e compromete os recursos naturais, principalmente, o desperdício de água (recurso já escasso em alguns países do mundo), de comida e de alimentos, tão necessários para a nossa sobrevivência. É urgente a necessidade de combatê-lo no nosso cotidiano.

O Relatório Global Food; Waste not, Want not (Alimentos Globais; Não Desperdice, Não Queira) do Institution of Mechanical Engineers (IMechE), organização britânica,  lançado recente, mostrou que metade da comida produzida no mundo acaba no lixo.  São dois bilhões de toneladas de comida que podiam saciar famílias famintas no mundo todo.

O Relatório apontou que o desperdício vai muito além de alimentos, pois compromete os recursos naturais para a produção deles, como água, áreas para agricultura e energia. O desperdício dos recursos hídricos, por exemplo,  é de aproximadamente 550 bilhões de metros cúbicos.

As razões desta situação variam das técnicas insatisfatórias de engenharia e agricultura à infraestrutura inadequada de transporte e armazenamento, passando pela exigência feita pelos supermercados de que os produtos seja visualmente perfeitos (fazendo com que parte da produção seja descartada ainda na fonte produtora) e também pelas promoções que incentiva o consumidor a levar pra casa mais do que necessita, segundo o diretor de Engenharia e Meio Ambiente da IMechE.

Diante da expectativa de alguns especialistas, que acreditam que essas perdas podem ser revertidas com mudanças de padrões de produção e consumo, representantes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da Organização das Nações Unidas  para a Alimentação e a Agricultura (FAO), lançaram uma campanha global contra o desperdício de alimentos "Pensar.Comer.Conservar".

 

 

Diga não ao desperdício, a ideia é alertar sobre o desperdício de comida própria para o consumo, cerca de 1,3 bilhão de toneladas, jogada fora todos os anos. Segundo a Campanha, o esforço para reduzir esse desperdício é um trabalho conjunto de toda a sociedade. Saiba mais: http://www.pnuma.org.br

É possível sim combater o desperdício com um consumo consciente e responsável, repensar antes de comprar e só comprar aquilo que é necessário. O Projeto AJO Ambiental fomenta a mudança de hábitos e estimula a prática dos 3R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).

Até o próximo post! 

Maria Odete A Pinho - Gestora do AJO Ambiental

A fé dos Jovens na JMJ 2013

Publicado em 29/07/2013

Acabamos de presenciar o maior evento da história do Rio de Janeiro, JMJ2013, envolvendo mais de 3 milhões de jovens  do mundo inteiro (mais de 180 países) na Cidade Maravilhosa.

Uma juventude,  com cede numa fé inabalável que é Jesus Cristo, capazes de suportar chuva e frio intenso, dormir ao relento, uns sobre os outros, e não se deixar abater pelo cansaço de dias e noites mal dormidas. Sabemos que um grande líder, Papa Francisco, motivou o entusiasmo  desses  jovens  com gestos simples e humildes, mas de uma generosidade sem limites.

Os jovens são os nossos herdeiros e o futuro a eles pertencem.  E a cada um de nós cabe a responsabilidade de deixar para esses jovens bons exemplos a serem seguidos. Diante dessas experiências, me vem a seguinte indagação: será que nós como educadores estamos fazendo o nosso papel, independente do credo de cada um, para motivar os jovens a buscar um futuro embasado na fé, no amor e na paz?

Em depoimento a representante da Pastoral da Juventude, Paula Cervelin Grassi, enfatizou que entre os desafios que se apresentam estão a garantia do protagonismo da juventude, a criação de espaços de partilha, a realização de debates em grupos, dada a necessidade da diversidade de rostos e o diálogo com a realidade juvenil. Num país marcado por injustiças sociais e altos índices de homicídios, que atingem especialmente a juventude, é nosso dever levar em conta essa realidade, para de fato, a prática do evangelho ecoar.

Como Gestora Ambiental e como voluntária da JMJ 2013 quero dizer que aprendi muito e fiquei contagiada pela fé inabalável desses jovens que também demonstraram preocupação com a sustentabilidade do nosso planeta e deram exemplos de conscientização ambiental na hora de descartar seus resíduos na praia de Copacabana.

Maria Odete A Pinho

Gestora AJO Ambiental

www.ajoambiental.com

 

 

Cuidando do nosso Lixo

Publicado em 25/06/2013

Responsabilidade de todos!

A situação do lixo no Brasil ainda é lamentável, falta mudança de hábitos e muita conscientização e Educação Ambiental. É possível reduzir o nosso lixo utilizando os 3R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), mas é necessário um comprometimento maior dos nossos governantes nas três esferas (municipal, estadual e federal)  e de toda a sociedade civil para fazer valer a Política Nacional dos Resíduos Sólidos - PNRS.

O crescimento da produção de lixo nas grandes cidades brasileiras é cada vez mais difícil de solução. Quanto maior a população, maior será a dificuldade de gestão do lixo. No Rio de Janeiro algumas ações importantes já foram tomadas, como o fechamento do aterro de Gramacho  e outros lixões para atender a Lei 12.305 - PNRS.

Os problemas com o lixo na Cidade Maravilhosa ainda são visíveis, alguns cidadãos cariocas ainda jogam lixo nas esquinas, ruas e praças e  nos dias de coleta os catadores espalham o lixo nas calçadas gerando grandes transtornos para quem transita nas calçadas, principalmente em lugares próximo aos pontos de ônibus e para os garis na hora da coleta. Falta conscientização do cidadão carioca e um comprometimento maior da nossa prefeitura. 

A partir do próximo mês de julho, a prefeitura do Rio decidiu multar os cidadãos que descartam lixo na rua. Aproximadamente 500 agentes públicos participarão de uma operação permanente  e inédita  nas ruas do Rio de Janeiro. Eles vão multar quem for flagrado jogando lixo no chão e não importa o tamanho do resíduo. Para volumes pequenos, que tenham tamanho igual ou menor ao de uma lata de cerveja, a multa é de R$ 157. Para resíduos maiores que uma lata de cerveja e menores que um metro cúbico, o valor sobe para R$ 392. O que for descartado de forma inadequada com tamanho acima de um metro cúbico custará ao infrator R$ 980. Em caso de entulho, o valor sobre para R$ 3 mil. Saiba mais http://g1.globo.com/platb/mundo-sustentavel/2013/04/10/por-que-o-rio-decidiu-multar-quem-joga-lixo-no-chao

O Projeto AJO Ambiental, que promove Conscientização e Educação Ambiental, procura sensibilizar o cidadão a se comprometer em reduzir a produção de lixo "Resíduos Sólidos Urbanos", sendo mais consciente na hora de comprar  e na hora de descartar (pensar primeiro nos 3R's).

Maria Odete A Pinho

Gestora Projeto AJO Ambiental

 

Política Nacional dos Resíduos Sólidos

Publicado em 12/05/2013

 

Você já conhece a Política Nacional dos Resíduos Sólidos? Essa Lei no 12.305 ficou quase 20 anos no Congresso Nacional, esperando aprovação e foi aprovada em 02/08/2010 e regulamentada pelo Decreto  7.404 em 23/12/2010.

 A PNRS foca a responsabilidade compartilhada, envolvendo sociedade, empresas, prefeituras e governos estadual e federal e, também, determina a Logística Reversa que obriga os fabricantes a responsabilidade de fazer seus produtos retornarem as suas indústrias e/ou fábricas após a vida útil dos mesmos (seja um cartucho de tinta ou um eletrodoméstico).  A lei fomenta a Conscientização e a Educação Ambiental e incentiva a formação de cooperativas com inclusão e capacitação dos catadores de resíduos recicláveis.

A questão da produção de lixo no Brasil ainda é uma situação muito complicada e difícil de solução rápida, mas o Brasil está se movimentando para fazer valer a PNRS. Muitos eventos estão acontecendo em todo Brasil para a implementação da Lei, que indica a obrigatoriedade da elaboração de Planos de Resíduos Sólidos para os três níveis de governo num prazo de 04 (quatro) anos, que passou a vigorá a partir de dezembro/2010.

A partir de 2014 não poderá mais ter lixões e as prefeituras serão multadas se não disponibilizarem o serviço de coleta seletiva para o cidadão que também será multado caso não faça a separação dos seus resíduos (lixo seco ou resíduos recicláveis), seja sua moradia num codomínio, numa vila, numa casa, etc. O prazo está acabando e a participação de cada um de nós, como cidadão, será de grande importância para que a PNRS aconteça no nosso país, no nosso estado e na nossa cidade.

Vamos nos empenhar para mudar os nossos hábitos, pois somos responsáveis pela produção diária de resíduos (lixo) dentro da nossa casa, dentro do nosso condomínio, dentro da nossa empresa, etc.

Saiba mais no nosso site: http://www.ajoambiental.com

Maria Odete A Pinho

Gestora AJO Ambiental

Mudança de Hábitos

Publicado em 26/03/2013

 

Na matéria anterior falávamos em Conscientização e Educação Ambiental. Já sabemos que o nosso planeta está no seu limite de suportar as ações impostas pelo consumismo desenfreado que o mundo globalizado assumiu nas últimas décadas. Precisamos mudar nossos hábitos para minimizar os impactos ambientais e possibilitar o futuro das próximas gerações.

O Art. 225 da nossa Constituição Federal/88, define que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e a coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.

Será que nas suas ações do dia a dia você está agindo dessa forma?

Você está incluindo os 3R’s (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) nas suas atividades cotidianas?

Na sua casa você procura executar as suas atividades diárias, usando os recursos naturais (água e energia), de forma consciente?

Você está atento a prestação dos serviços essenciais (fornecimento de água, luz, gás, saúde pública, transporte público, etc.) da sua rua, do seu bairro, da sua cidade?

Responda a pesquisa no link abaixo e descubra se você está contribuindo para a sustentabilidade do nosso planeta.

http://super.abril.com.br/testes/teste-verde-sustentabilidade-faz-parte-sua-vida-574649.shtml

Maria Odete A Pinho

Gestora AJO Ambiental

www.ajoambiental.com

Conscientização e Educação Ambiental

Publicado em 06/03/2013

O planeta Terra tem sofrido ao longo de muitas décadas sérias consequências por causa das ações do homem (desmatamento, queimadas, crescimento populacional explosivo acompanhado dos avanços tecnológicos, etc.).

A partir da década de 70, o mundo começou a discutir os problemas ambientais causados ao nosso planeta.  Em 1992 aconteceu um grande encontro no Brasil sobre Meio Ambiente e desenvolvimento, chamado de ECO-92, realizado pela Conferência da ONU.  Nesse encontro ficou visível a preocupação com as questões ambientais (Biodiversidade, desertificação, mudanças climáticas, camada de ozônio em perigo), reforçando os princípios e as regras para o combate à degradação ambiental (ambiente degradado = ambiente desequilibrado).

Foi a partir da Conferência de Estocolmo, Suécia, 1972 que surgiu a Educação Ambiental (EA) e a evolução de seus conceitos ampliaram-se com a ECO-92, sediada no Rio de Janeiro. Podemos dizer que EA é um processo permanente de formação e informação, procurando desenvolver uma consciência crítica para identificação e busca de soluções para os problemas ambientais. No Brasil a Lei Federal 9.795/99 institui a Política Nacional de Educação Ambiental, que entendem-se por EA os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade (baseado no Art. 225 da Constituição Federal/88).

A Educação Ambiental quer provocar a mudança de comportamento e atitudes diante do meio ambiente, de forma a possibilitar a melhoria da qualidade de vida. Estimular o uso dos recursos naturais de forma sustentável e combater o desperdício é fundamental para minimizar (diminuir) os problemas ambientais. Hoje falamos em Efeito Estufa = forma que a Terra tem para manter sua temperatura constante. O Efeito Estufa é composto de gases,  estudos recentes, realizados por pesquisadores e cientistas, indicam que as ações antrópicas (ações do homem) tem agravado esse processo por meio de emissão de gases na atmosfera, especialmente o CO2 (dióxido de carbono) e também o CH4 (metano).

Quando falamos em qualidade de vida, devemos estabelecer critérios ambientalmente corretos, ou seja, devemos procurar sempre agir de forma consciente. O lixo que produz metano,  é um dos grande problemas ambientais do mundo e a falta de conscientização e de Educação  Ambiental do ser humano agrava cada vez mais esse problema.  Olhando para o lixo sem preconceito, podemos verificar que muitas coisas não são exatamente lixo. Para entender melhor a questão do lixo é necessário praticar os 3R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).

Reduzir o consumo desnecessário, consumo consciente. Evitar o desperdício, principalmente de água (recurso natural finito), de comida e de alimentos, tão necessários para a nossa sobrevivência.

Reutilizar e reaproveitar tudo que for possível, pois quando estamos reutilizando ou reaproveitando, possibilitando um novo destino para aquele material, deixamos de provocar impactos ambientais.

Reciclar tudo aquilo que não for possível reutilizar ou reaproveitar. No processo de reciclagem os resíduos podem ser transformados em matéria prima, poupando os recursos naturais,  mas de alguma forma provoca impactos ambientais. Os materiais recicláveis são: papel, plástico, vidro, metal, resíduo orgânico (óleo de fritura, restos de comida, folhas, poda de árvores, etc.). Para saber mais sobre o assunto, acesse o site do Projeto AJO Ambiental www.ajoambiental.com e também  as redes sociais disponibilizadas no site .

Maria Odete A Pinho

Idealizadora e Gestora da AJO Ambiental